quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Nossos diamantes(as emoções possuem uma função)

A TRISTEZA TEM UMA FUNÇÃO

Em cada momento de tristeza, outra camada de memórias celulares obsoletas deixa seu campo de energia. À medida que cada camada é liberada através de expressões espontâneas de dúvida, desespero e desapontamento, o mundo é igualmente limpo e liberto do feitiço da inconsciência.

Isso pode ajudá-lo a entender como não há nada a temer quando a tristeza está presente.

Seja como for, saber o propósito energético por trás de uma emoção tão incompreendida, lembra você de desacelerar e relaxar o seu corpo, por isso você pode ver como uma experiência de tristeza não tem absolutamente nada a ver com as circunstâncias e as causas que a trazem à superfície.

Tristeza é a sua maior transformação, em progresso, sendo reconhecida.
Não importa o quão solitário possa parecer ou a devastação que possa sentir, a tristeza age como o sinal seguro de que uma nova realidade surgiu dentro de você.

Conforme isso é aceito, a natureza esgotante da tristeza transforma-se na determinação pacífica da autopercepção.

Isso ajuda a dissipar qualquer mito sobre a localização do Despertar que muitos acreditam existir em algum lugar além da opressão da tristeza.

Em vez disso, o Despertar é o reconhecimento natural da sua natureza essencial que se desenvolve com facilidade, uma vez que o poder curativo da tristeza sobreviveu.

Isso também pode ajudá-lo a ver como, em sua forma mais pura, a tristeza não é a ausência de felicidade.

A tristeza é, na verdade, a limpeza de cada partícula do Universo.

Uma ruptura de cada vez, ela varre cada perturbação do seu campo de energia, e como consequência a felicidade que está sempre aí pode ser revelada.

Matt Kahn - www.truedivinenature.com

Tradução e postagem no Facebook por Vilma Capuano

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NOSSOS DIAMANTES

“A tristeza e outras emoções, guardam em si elementos que favorecem a soltura de muito que nos limita. O que impede, muitas vezes, a permissão em acolher certas emoções e colher delas, aquilo que em luz é, é justamente a inconsciência sobre si mesmo; não voltarmo-nos para dentro e por isso, não nos reconhecemos e não nos aceitamos porque não sabemos quem somos, não sabemos o que aquela emoção pode trazer e isso nos afasta do nosso próprio coração sagrado e assim, deixamos de viver a nossa integralidade. É, uma mensagem para lá de significativa e importante a meu ver; e o quanto o nosso olhar mudou e está mudando não? Não lembro de anteriormente, falarmos tão claramente assim sobre isso.” (comentário feito à Vilma Capuano em sua postagem sobre a tristeza(mensagem acima))

Esse texto entre aspas foi o comentário que deixei na postagem de Vilma Capuano ao ler essa mensagem (acima) sobre a tristeza.

Já faz algum tempo que esse assunto sobre as emoções me traz um certo desconforto, principalmente, dentro de alguns contextos “religiosos” ou mesmo grupos que abordam o assunto sobre a espiritualidade. Isto, pois, as emoções como raiva, medo, tristeza, enfim, sentimentos e pensamentos (emoções), estes, trazem a nós uma mudança de postura e observar/acolher isso, é algo muito, mas muito importante, essencial à nós.

E o que estou entendendo ou chamando de emoção? Emoção, para mim, é algo que está diretamente ligado ao nosso comportamento e resposta para o mundo. Portanto, não está envolvido apenas sentimentos, mas pensamentos (crenças e condicionamentos) mais comportamento em resposta (reação). Através da emoção estamos sempre reagindo e não agindo, propriamente, como seres atuantes e protagonistas de nossa própria realidade. E por ser assim, muitos compreendem que as emoções devem ser “eliminadas”, devem ser ignoradas ou mesmo, não prestar atenção às mesmas, “não dar ouvidos” às mesmas, o que discordo e sempre discordei. Isto, pois, se estas emoções aparecem tem um porquê de estarem ali, há um motivo de emergirem de dentro de nós. Há algo nas emoções que de alguma forma precisa ser cuidado, acolhido (amado).

Os nossos Irmãos Pleiadianos, sempre nos dizem que não “há desperdício de energia no Universo” e a emersão de certas emoções é energia ali, sendo trazidas a tona e então, é imprescindível que olhemos para as mesmas e as compreendamos, independente se estas vêm ou não envolvidas com energias que são inerentes as condições egoicas, o que não é incomum ou irreal – é comum dentro do complexo egoico se formar ideias e pensamentos que nos levam a desencadear essas emoções (isso é natural, dentro da condição humana). Se é algo natural, não se pode ignorar, reprimir ou negar porque elas permanecerão ali, em nosso inconsciente e de alguma forma encontrarão um meio para se expressarem, seja de uma forma mais ou menos densa, mas sempre encontrarão um meio de serem vistas.

Para mim, é como se a alma que somos, a luz que somos, estivesse nos trazendo um recado, um sinal e dizendo: “olha, veja isso, isso precisa ser olhado, cuidado e transmutado” . E tudo isso, para mim, tem a característica de “ampliação da consciência” – assim que tomamos consciência sobre essas emoções, assim que permitimos que elas estejam conscientes, estas têm a possibilidade de se mostrarem por inteiro e nisso, poderemos encontrar aspectos ou elementos, nessas emoções que são favoráveis a nós – os nossos potenciais. Por exemplo, a raiva: é comum nos sentirmos mais fortalecidos em determinados momentos que estamos com raiva, porém, se não percebermos isso em nós, se não aceitarmos isso em nós, canalizaremos essa força, esse potencial de forma desequilibrada atendendo, tão somente as necessidades egoicas e não o que de fato somos - seres inteiros (não somos o ego, este possui uma função em nós, mas não é o centro da nossa condição enquanto seres integrais, não é o todo). 


E o que nossa alma está tentando nos mostrar? Talvez, esta, esteja apenas querendo nos mostrar que em nossas emoções há potencial, há força a ser lapidada, é preciso tomar a devida consciência do que encobre toda essa luz ao redor, nessas emoções. Talvez a alma que somos, está querendo nos dizer para não nos rejeitarmos, não nos negarmos e ver de forma diferente aquilo que acreditamos ser ruim, errado ou desconfortável. Quando há o olhar do nosso coração em luz, é possível ver (depurar) de outra forma, de uma forma mais ampliada e assim, nos apropriamos dos nossos potenciais; e assim nos apropriamos daquilo que é luz nessa emoção toda – diluindo as crenças, conceitos e ideias ilusórias ou já ultrapassadas que não nos servem mais. Para mim, somente assim é que agiremos propriamente, não apenas reagiremos diante de nossas vidas, só assim nos assumiremos como responsáveis, mestres de nós mesmos e com grande possibilidade de integrarmos tudo isso e vivermos como seres integrais e não parciais.

E para encerrar, gostaria de ressaltar o quanto estamos num momento muito diferente mesmo, pois, como disse no comentário à Vilma, antes não se via esse tipo de mensagem abordando esse assunto tão claramente. Parece que antes não estávamos seguros o suficiente ou não estávamos preparados o suficiente para confirmarmos isso dentro de nós mesmos e ouvirmos isso com naturalidade. Fico imensamente feliz de ver esse salto que estamos dando e em alguns textos, mensagens ou até canalizações, encontrar esse olhar, de fato mais ampliado, nos integrando efetivamente e não nos separando. Somos um todo a ser visto, acolhido, amado e não partes a serem descartadas, divididas, separadas. O que seria do diamante se não fosse o carvão? Sintamos com amor! Gratidão! (Kátia de Souza)

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